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A SBC avança para um patamar nunca antes vivenciado, e demandará elevada responsabilidade científca e logística, para que consolidemos esta oportunidade, promotora, quem sabe, da multiplicação da parceria com a ESC

Jornal SBC 112 | Novembro 2011 3

DIRETORIA

SBC participa da construção científca do

“ESC Munique 2012”

O presidente Jorge Ilha Guimarães anunciou durante a entrega do Prêmio Empresarial SBC que, pela primeira vez, um cardiologista brasileiro vai integrar a comissão preparatória do próximo Congresso Europeu de Cardiologia (ESC).

O evento ocorrerá em agosto de 2012 na cidade de Munique, e coube ao presidente eleito, Jadelson Andrade, indicar Luiz Alberto Piva e Mattos, diretor científco da futura gestão, para desempenhar a importante missão de representar a SBC junto à comissão científca do ESC.

No último quatriênio, a SBC tem exercitado com muita desenvoltura e êxito, a expansão das suas relações internacionais, estreitando laços de cooperação científca, administrativa e profssional com sociedades coirmãs, de expressão mundial e reconhecida qualifcação.

A SBC guarda consolidados eventos conjuntos, com reciprocidade bilateral, com as duas sociedades norte-americanas de cardiologia (American College of Cardiology e American Heart Association), as sociedades da península ibérica (Portuguesa e Espanhola de Cardiologia), alémdasmais próximas, latino-americanas, com destaque para a presidência-futura da Sociedade Interamericana de Cardiologia, com Márcia Barbosa, de Minas Gerais.

Na gestão vigente, de Jorge Ilha Guimarães, efetivamos o primeiro evento científco conjunto, com a Sociedade

Europeia de Cardiologia (ESC), no recente congresso de Paris, França, com êxito inconteste. A reciprocidade foi atendida com plenitude, com o comparecimento da alta cúpula executiva médica dessa entidade, no recente 66º CBC, em Porto Alegre (RS).

A evidência do crescimento exponencial da cardiologia brasileira, manifesto pelo número de profssionais especializados associado à nossa entidade (>11,000), a crescente divulgação de pesquisas brasileiras genuínas e inéditas no exterior, e somado à participação consistente no último congresso da ESC 2011 (>1,300 brasileiros inscritos), promoveu um convite inédito, honroso e desafador à nossa entidade.

A SBC ocupará um assento na comissão científca organizadora dos futuros congressos da Sociedade Europeia de Cardiologia, já a partir deste ano, vislumbrando a construção do evento futuro daquele continente, a ser realizado em Munique, Alemanha (25 a 29 agosto de 2012).

Participam dessa comissão representantes de todos os países daquele continente, perfazendo 90 profssionais, reconhecidos pelos seus pares e entidades nacionais, destacados para produzir um congresso de dimensões superlativas. Apenas dois países não europeus participavam dessa comissão, Estados Unidos e Japão; e agora, mais um, o Brasil, reunindo-se, assim, por meio da SBC, ao seleto grupamento educador da cardiologia no globo.

A edifcação desse evento efetiva-se por meio eletrônico, ferramenta redutora de distâncias, e com a fnalização em reunião conjunta, a ser efetivada na sede da ESC, em Nice, França, no dia 24 de novembro de 2011.

A SBC será representada pelo coordenador de registros (2010/2011) e futuro diretor científco (2012/2013), Luiz Alberto Mattos, pertencente à gestão do presidente Jadelson Pinheiro de Andrade, já atuando ativamente, no julgamento de 315 sessões das mais de 900 submetidas para efetivação do ESC 2012.

Luiz Alberto, cardiologista intervencionista, presidente da SBHCI (2006/2009), chefe de pesquisa em cardiologia invasiva do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia de São Paulo e atuante em hospitais como Hospital do Coração/ASS, Esperança e Santa Casa de Marília, está entusiasmado com a nova janela de oportunidade científca que se vislumbra para a SBC.

“É um convite lisonjeador e merecedor de nossa atenção mais dedicada e comprometida, pois estaremos nos ombreando à comunidade internacional, reconhecidamente produtora de pesquisas que modifcam a nossa prática clínica diária” –, comenta Luiz A. Mattos.

“A SBC avança para umpatamar nunca antes vivenciado, e demandará elevada responsabilidade científca e logística, para que consolidemos esta oportunidade, promotora, quem sabe, da multiplicação da parceria com a ESC” –, fnaliza ele.

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