Page 13 - 118-Abr_2012

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REDUZ TRIGLICÉRIDES
e
AUMENTA HDL
com
benefícios adicionais.
1,2
Redução
em até
dos Triglicérides
(tipo IIb).
1
67
%
-60
%
Tipo IV
-67
%
Tipo IIb Tipo III
-85
%
1
vez ao dia
Redução dos níveis de TG
1
Junto à principal refeição
3
Cápsulas
RETARD
LIPANON:
fenofibrato.
Indicações:
hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia endógenas do adulto, isoladas (tipo iia e iv) ou associadas (tipo iib, iii e v).
Contraindicações:
nos pacientes com história de hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Insuficiência hepática, incluindo cirrose biliar primária e anormalidades persistentes nos
testes de função hepática. Insuficiência renal severa (clearance de creatinina <50 ml/min). Gravidez e lactação.
Precauções:
em alguns pacientes, pode ocorrer aumento transitório das transaminases. Aumentos superiores a 3 vezes o limite superior da normalidade para a tgo ou tgp ocorreram em pacientes em uso do fenofibrato, embora
seu significado clínico não seja conhecido. Biópsias hepáticas realizadas em pacientes tratados por até 3 anos com fenofibrato não revelaram qualquer alteração hepática com a droga. Recomenda-se controle trimestral das transaminases séricas durante o primeiro ano de tratamento; avalie a conveniência de se suspender o tratamento,
caso os valores de tgo e tgp superem três vezes o limite superior da normalidade.
Advertências:
se após um período de 3-6 meses de tratamento e dieta adequada não houver evidência de redução satisfatória da concentração sérica dos lípides, deve-se avaliar a necessidade de terapia complementar ou de substituição do tratamento.
Uso pediátrico:
a experiência em crianças é limitada. Caso o produto seja considerado absolutamente necessário, a critério médico e para crianças acima de 10 anos de idade, a dose de 5 mg/kg/dia não deverá ser ultrapassada. Interações medicamentosas e com alimentos: alimentos - o fenofibrato é pouco absorvido no estado de jejum.
Na presença de alimentos, mais de 90% da dose é absorvida. Recomenda-se, portanto, que lipanon (fenofibrato) seja administrado junto à refeição principal. Anticoagulantes orais - o fenofibrato pode potencializar a ação dos anticoagulantes orais (acenocumarol, dicumarol, warfarina, femprocumon, fenindiona) aumentando, portanto, o
risco de sangramentos. Inibidores da hmg-coa redutase - a combinação de derivados do ácido fíbrico e inibidores da hmg-coa redutase potencializa o risco de miopatia e rabdomiólise. Portanto, o uso combinado desses agentes deve ser evitado. Seqüestrantes de ácidos biliares - o uso concomitante de fenofibrato e colestiramina pode
resultar em redução significativa da absorção do fenofibrato. Imunossupressores - embora os dados provenientes de estudos clínicos sejam limitados, não parece ocorrer interação farmacocinética significativa quando fenofibrato e ciclosporina são administrados concomitantemente; pode ocorrer discreta elevação dos níveis séricos de
creatinina. Hipoglicemiantes orais - há potencial de interação quando o fenofibrato e hipoglicemiantes orais (metformina, tolbutamida e glibenclamida/gliburida – todas metabolizadas pelo citocromo p450 cyp3a4) forem administrados concomitantemente. Outros - eritromicina, derivados imidazólicos, inibidores da mao, grapefruit (toranja).
Reações adversas: o fenofibrato é geralmente bem tolerado. Entretanto foram relatados os seguintes efeitos adversos: sistema nervoso central - raras (incidência <1%): cefaléia, insônia, fadiga, tonturas. Sistema gastrintestinal - freqüentes (incidência entre 3% e 5%): obstipação ou diarréia, dispepsia, flatulência, náuseas, desconforto
gástrico. Até o momento, não se sabe se o uso do fenofibrato leva a maior propensão na formação de cálculos biliares; os pacientes devem ser monitorizados quanto à possibilidade desse evento adverso. Elevação de transaminases séricas (tgo e/ou tgp). Sistema genitourinário - raras (incidência <1%): disfunção sexual (redução de
libido, impotência). Sistema musculoesquelético - muito raras: rabdomiólise, artralgia. Pouco freqüentes (incidência entre 1% e 3%): mialgia difusa, sensibilidade dolorosa, fraqueza muscular, todas reversíveis com a descontinuação do tratamento. Elevação dos níveis de creatinofosfoquinase (cpk). Pele e anexos - raras (incidência <1%):
reações cutâneas (eritema, prurido, urticária, eczema); fotossensibilização, alopécia. Frequentes (incidência entre 3% e 5%): rash cutâneo. Posologia: uma cápsula por dia, junto à refeição principal. MS 1.7817.0095. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
Referências bibliográficas: 1)
Blane GF. Review of European clinical experience
with fenofibrate. Cardiology.1989;76 Suppl 1:1-10; discussion 10-3.
2)
Falko JM.Clinical Review of fenofibrate as therapy for dyslipidemia. Drug Benefit Trends 1999;11(11sC):12-24.
3)
Bula do produto.
4)
Liamis G, Bairaktari ET, Elisaf MS. Effect of fenofibrate on serum uric acid levels. Am J Kidney Dis 1999; 34:594
5)
Sacks FM. After the
Fenofibrate Intervention and Event Lowering in Diabetes (FIELD) study: implications for fenofibrate. Am J Cardiol. 2008;102(12A):34L-40L. Fevereiro/2012.
Interações medicamentosas: pode potencializar a ação dos anticoagulantes orais. Contraindicação: pacientes com
história de hipersensibilidade aos componentes da fórmula.
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